Amar é para os fortes
Postado por Soninha | Marcadores: Amor Eterno, Coisas de Soninha | Posted On quarta-feira, 19 de junho de 2013 at 16:37
Ei, tu aí que vives na “estabilidade” de um casamento de conveniência!
Tu mesmo, que tens um bocado de “casinhos” pela rua porque não te satisfaz o matrimônio de aparências!
Sim, é contigo mesmo que estou falando, seu covarde!
Tu que tens medo de abrir mão da zona de conforto de uma união falida. Que não tens coragem de romper o que já foi carcomido, desgastado, corroído pelo comodismo doentio e pálido.
Amor, paixão, arrebatamento... Nada disso te pertence, pois não passas de um inerme.
Amar é para os fortes.
Sentir frio na barriga, choquezinhos na ponta dos dedos e o coração palpitar acelerado não é para qualquer um.
Tem que ser muito homem para entregar-se a brasa da felicidade.
E tu, covarde, nasceste para ter uma vida medíocre.
Tudo muito certinho, tudo em seu lugar. E algumas fugidinhas fugazes para te alentar.
Mas, a verdadeira emoção da vida, a vibração, a exultação tu nunca vais conhecer, pois teu medo não te permite.
Amar é para os fortes.
Entregar-se, jogar-se, aventurar-se e ser infinitamente feliz no ardor que só a paixão contém, tu não conhecerás.
Vive tua vida pacata. Constrói teu castelo de areia. Mas, um dia, quando a vida te for bem curtinha e teus dias findarem, olha pra trás e vê tua insignificante “estabilidade”, vazia e corrosiva de emoção, pois não tiveste coragem de aproveitar com vigor as inúmeras oportunidades que a vida te deu.
Eu te entendo.
Afinal, viver e amar é para os fortes, os corajosos, os audaciosos, os intensos, os atrevidos.
E tu, que pena, és um fraco.
Tu mesmo, que tens um bocado de “casinhos” pela rua porque não te satisfaz o matrimônio de aparências!
Sim, é contigo mesmo que estou falando, seu covarde!
Tu que tens medo de abrir mão da zona de conforto de uma união falida. Que não tens coragem de romper o que já foi carcomido, desgastado, corroído pelo comodismo doentio e pálido.
Amor, paixão, arrebatamento... Nada disso te pertence, pois não passas de um inerme.
Amar é para os fortes.
Sentir frio na barriga, choquezinhos na ponta dos dedos e o coração palpitar acelerado não é para qualquer um.
Tem que ser muito homem para entregar-se a brasa da felicidade.
E tu, covarde, nasceste para ter uma vida medíocre.
Tudo muito certinho, tudo em seu lugar. E algumas fugidinhas fugazes para te alentar.
Mas, a verdadeira emoção da vida, a vibração, a exultação tu nunca vais conhecer, pois teu medo não te permite.
Amar é para os fortes.
Entregar-se, jogar-se, aventurar-se e ser infinitamente feliz no ardor que só a paixão contém, tu não conhecerás.
Vive tua vida pacata. Constrói teu castelo de areia. Mas, um dia, quando a vida te for bem curtinha e teus dias findarem, olha pra trás e vê tua insignificante “estabilidade”, vazia e corrosiva de emoção, pois não tiveste coragem de aproveitar com vigor as inúmeras oportunidades que a vida te deu.
Eu te entendo.
Afinal, viver e amar é para os fortes, os corajosos, os audaciosos, os intensos, os atrevidos.
E tu, que pena, és um fraco.


























